Professor Gleivison questiona aplicação de dinheiro do Faps





O vereador Gleivison Gaspar (PMDB) solicitou ao prefeito Ernane Priamzzi (PSC) explicações sobre o gerenciamento e rendimentos do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor (Faps) e cópia do contrato de administração. Por meio de requerimento, o parlamentar salientou que esse fundo representa a garantia da aposentadoria tranqüila no futuro para o funcionalismo público.


Gleivison diz estar preocupado com a desatualização do portal do Faps, já que a última postagem foi feita em maio desse ano. Ele informa que no último lançamento feito em agosto de 2012 aparece uma aplicação de 24 milhões em nome da empresa Leme e numa empresa de reflorestamento, informação mal esclarecida na opinião dele.


“E querem que eu não fique preocupado com o Faps?” indaga.
O líder de governo, Luiz Antonio de Santana Barroso (PSD), o “Coringa” mencionou que ele e os vereadores Simei Ferreira (SDD) e Gleivison são funcionários públicos e se preocupam não só com as suas aposentadorias, mas com a de cerca de 4 mil pessoas que somados aos seus dependentes deve atingir o número de 16 mil beneficiados indiretamente.


Coringa explicou que o Faps se mantém com descontos feitos na folha de pagamento dos servidores e os outros 50% são pagos pela prefeitura, que é a parte patronal. Disse ainda que as contas da administração foram aprovadas e o Faps apresentava superávit na ocasião.


“Os administradores do Faps, tanto a presidência, como a diretoria e os conselheiros do Faps são compostos em 50% por funcionários de carreira e 50% por indicação da administração municipal. Concordo 100% com o vereador, o portal tinha que estar atualizado. Precisamos fazer uma visita lá para tirar essas dúvidas, apontou o vereador”.


Gleivison quer saber qual o nome da empresa que administra o Faps e pede cópia do contrato. O último atuarial, qual o resultado e os saldos dos recursos do Faps e onde estão aplicados, foram outras questões levantadas no documento enviado ao prefeito.


O parlamentar solicita informação detalhada por instituição, com nomes e valores de cada uma e qual foi o rendimento nos últimos cinco anos. Para finalizar, ele pergunta: “E os 20 milhões perdidos no Banco Santos que os servidores não sabem como cobrar?”

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